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O que te inspira?

Inspiração:

Ação de inspirar ou ser inspirado.
Ação pela qual o ar penetra nos pulmões: o homem adulto, em repouso, faz 16 inspirações por minuto.
Fig. Conselho, sugestão: agir por inspiração de.
Estado da alma quando influenciada por uma potência sobrenatural: inspiração divina.
A força inspiradora; o estro: poeta de grande inspiração.
Coisa inspirada: f.
Ato ou efeito de inspirar ou de ser inspirado. Movimentos da alma, atos ou pensamentos, devidos a insuflação divina, comparável à insuflação que introduz o ar nos pulmões. Entusiasmo, que domina os poetas, os músicos, os pintores. Sugestão. Coisa inspirada. Coisa ou pessoa, que inspira. Aquilo que numa composição artística revela grande talento ou gênio.

Vou focar em entusiasmo, sugestão.

Algo que te entusiasme, coloque pra cima, dê ânimo, vontade de realizar, de fazer alguém feliz, inclusive você mesmo.

Uma imagem, uma música, uma pessoa, um lugar. Eu, geralmente, sou inspirada por pessoas, imagens, acontecimentos. E isso pode me inspirar algo bom ou ruim, só que quando é ruim a gente não desenvolve, não explora. A gente joga fora.

Pessoas educadas, diferentes, engraçadas, inteligentes me inspiram a ser melhor, me portar melhor, me vestir melhor, usar meu cabelo melhor, agir melhor. Não estou falando de beleza – por mais que pessoas bonitas sejam… bonitas… acho que podem ser bem sem graça – estou falando de um gesto, a forma de andar, se comportar, se vestir, se relacionar. Já conheci tanta gente linda que era chata ou não linda que era o máximo. Não linda, sim, porque desde pequena digo que não tem gente feia. Tem gente chata, mal educada, sem graça, prepotente.

Determinação e perseverança me inspiram. Vento me inspira. Meu casamento me inspira. Minha família me inspira, meus sobrinhos, minhas amigas.

Futilidade também inspira, veja esse blog e tantos outros. Veja como gente bem vestida inspira. Gente cheirosa, sorridente, saudável inspira.

Foto inspira. A aqui de baixo tirei de um editorial da revista Harper´s Bazaar americana. Ela me dá um “ah!”, um fôlego, não sei explicar direito (acho isso bem natural em inspiração!).

Toda imagem que me inspira eu guardo. E dou uma olhada de vez em quando… dependendo do que eu ando pensando. Sempre sai algo bom, sempre tem alguém com quem quero compartilhar. Isso inspira muito.

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O inverno está chegando…

Na minha linda cidade de Curitiba já chegou. Passei alguns dias lá e despertei para a rotina diária de cuidado com a pele no frio.

Quando menor, tive pele oleosa, ruim mesmo, com espinhas que nada sarava. A pílula anticoncepcional ajuda, mas foi mesmo com a idade que minha pele melhorou.

Ela se tornou mais seca e sofreu com isso – principalmente depois que me mudei para São Paulo – tive alergias severas no rosto e nos olhos. Mas… encontrei duas grandes bênçãos: a consultoria de uma “atendente” da Clinique em uma viagem que fiz (aconselho a TODAS as mulheres fazerem um dia) e a dermatologista que encontrei aqui em SP. A primeira foi responsável por diagnosticar minha pele seca e sofrida com poluição e ar condicionado – me recomendou então um creme e uma base que uso desde então (há 4 anos). A segunda… ah, ela é um guru. Minha dermatologista não é noiada, não recomenda peelings, remédios e intervenções drásticas à toa. Diagnosticou também minha pele muito seca e sensível (essa é nova!), bem propensa a alergias – principalmente no corpo.

Dessa forma, cuido bastante do meu rosto, corpo e cabelo (que a dermato também dá super dicas haha!, que inclusive já postei).

Em primeiro lugar, deixo claro que: SEI que beber trocentos litros de água é muito bom pra vida. Mas… bebo super pouco. Talvez seja o que falta pra ficar melhor!! Minha irmã bebe uns 5 litros por dia e tem uma pele realmente linda.

Uso basicamente Clinique no rosto, Nivea e óleo de Calêndula da Granado (a coisa mais prática para hidratar e deixar cheiroso!) no corpo e um creme de leite de cabra da Body Store nas mãos. Minha mão é extremamente ressecada e tento cuidar bem dela. Especialmente para mãos, tem um creme da Neutrogena Norwegian que é anti-aging e com SPF ma-ra-vi-lho-soooo. Hidrata, cuida, protege e é super cheiroso.

Além disso, as minhas cutículas são muito ruins, por causa do ressecamento, descamam e aí fica feio, né? Então uso aquelas cerinhas próprias para isso. No momento estou usando uma de limão da Burts Bee´s. É gênia. Mas diz que a da Granado (rosa Pink) também é super boa.

Não fazia acompanhamento com dermatologista até os 24 anos… imagine! Acho bem importante, porque a gente mesmo não consegue detectar realmente é nossa pele e do que ela precisa. E ressecamento pode desencadear uma série de alergias, às vezes até machucadinhos, então o exagero das revistas de beleza em hidratar a pele não é à toa. Além, claro, da tal elasticidade da pele, que é bem reparável ainda mais para quem deseja ser mãe!

Acredito muito que sabonetes em barra são super “ressecadores” então tento usar o menos pior (Dove, Natura) e passar o óleo ou o hidratante tododiaaaa.

Ah! Lembrete de ouro: a Clinique é adorada por mim e tantas pessoas, eu sei, mas eu venero o fato de eles terem produtos para combinações de pele… Reparem que é “dry skin” ou “dry combination” (que é meu caso) e aí cada pele tem um número: tipo  1, 2, 3 ou 4. Super recomendo a consultoria com uma “atendente” (estou colocando entre aspas porque não é uma vendedora comum, mas se não me engano todas que trabalham nesse paraíso da pele são dotadas de conhecimento e info!).

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Cabeloterapia

Desde pequena, gosto muito de cortar o cabelo. EU mesma. Minha mãe sofreu com isso, mas o que conheci de cabeleireiros não está no gibi, como diria minha avó!

Acho que a primeira vez que cortei o cabelo sozinha eu tinha uns 11 ou 12 anos. Sempre tive cabelo Chanel e reto, uma vez que era lisinho e volumoso, ficava fofo assim. Aí, queria ter cabelo repicado. O que fazer? Pegar a tesoura de costura da mãe, aquela bem grande de metal, e cortar a parte da frente menor. Esse era meu repicado! Lá íamos nós para a Claudete, primeira cabeleireira que marcou minha vida – ela que sempre tinha que ajeitar o que eu fazia…

Depois, veio a Paula. Na época dela eu tinha cabelo comprido, todo repicado, bem bonito. Ela era boa – meu cabelo não é ruim, isso não posso negar – e eu sempre gostei de arrumar. Resultado: indiquei DEZ clientes para ela. Infelizmente, ela faleceu. Eu fiquei bem mal quando soube.

Aí, me mudei para São Paulo e apareceram a Leila e a Natalia. E eu adotei o Chanel de novo e, depois de sei lá quantos anos, a franjinha reta. A Leila que foi responsável por cortar minha franja e domou bem – tenho um redemoinho e não é fácil. A Natalia tem um styling maravilhoso, pega na tesoura e parece que constrói outro cabelo em você. Tem também o Rossan, lá de Curitiba de novo, que também entende o “briefing”.

E pintar? Comecei aos 12, parei dos 17 aos 26, aí voltei. Eu mesma tonalizo, faço mechas e etc. É a parte mais divertida!

Cabelo é estado de espírito. Se tá preso, você não conseguiu ajeitar, não quis lavar, quer chamar atenção para as bijus, o lenço, a pashimina ou a blusa. Se tá solto, tá natural, ondulado, alisado, lindo. Cabelo solto é lindo! (sempre limpo…)

Cabelo é assinatura. As pessoas são identificadas por seu cabelo, pela cor, comprimento, estilo. Comentam sobre seu cabelo quando falam de você – “ela tá sempre com o cabelo preso, solto, sempre diferente!”.

Cabelo é uma parte do corpo. E por isso merece cuidado! Não era de dar atenção a bons shampoos e condicionadores até uns 5 anos atrás. Do jeito que corto e passo tonalizantes, em pouco tempo estaria com poucos fios (tenho bastaaante cabelo) ou com os fios bem mal tratados. Cabelo mal tratado não!!! Vale a pena investir em bons produtos, afinal, o trabalho que terá depois é menor e no futuro, terá mais cabelo. É igual a pele: não adianta começar a usar anti-aging aos 30, né?

Escuta aqui:

- Tonalizante indicado por uma cabeleireira que confio foi o Soft Color. E realmente, ele não deixa o cabelo seco e tonaliza em 20 minutos, ao contrário do Casting.

- Shampoos e condicionadores do CKamura, John Frieda e Kerastase podem ser comprados e usados de olhos fechados. Leave In da Redken e Kerastase também.

- Com o tonalizante, acho imprescindível um óleo antes de secar. Uso o cor-de-rosa da Kerastase, chama Color Riche. Ou a proteína líquida da Redken chamada Anti-Snap (a embalagem é azul) – esse parece que dá mais cabelo! É ótimo!!! E protetor térmico… Uso do John Frieda (Frizz Ease básico…)

- Minha dermatologista, que é a melhor do mundo (!!!), disse que Shampoos anti-queda “comuns” não adiantam, e sim aqueles especiais, que devem ser deixados no couro cabeludo e não enxaguados.

- Uma vez vi num programa de TV um dermatologista falando que não há problemas em dormir com cabelo molhado. Há sim.

- Quase nunca uso o secador no mais quente, e sim no morno. A escova demora mais e a própria secagem também, mas pelo menos não tosta o couro cabeludo e o cabelo.

- O babyliss é altamente indicado para um visual modernoso. Lisos-chapinha não vejo mais em nenhuma revista ou site, a não ser para um rabo-de-cavalo minimalista, que é chique também. Às vezes dá vontade de um visu gueixa, mas pode reparar como fica mais sem-graça.

- Quando for cortar o cabelo, se não for que nem homem tipo “apara como sempre”, leve referências! De cor, comprimento, estilo. Acho essencial você levar como pretende sair do salão, ou pelo menos como NÃO pretende. O bom cabeleireiro vai conversar e dizer se rola ou não, se fica bom ou não. Sem grilos!

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Unha feita não é futilidade

Unha feita é beleza! É elegância, credibilidade, criatividade!

A cor do esmalte que a gente usa fala muito sobre a gente ou até sobre o momento que a gente tá (tenho mania chata de combinar o esmalte com o clima).

Mas sabem o que não tem erro? Esmalte vermelho. Ah, esmalte vermelho é como um brigadeiro com café depois do almoço, um ‘up no visú’, uma sedução – e pode ser de você para você. Por aqui não tem essa de se arrumar para os outros. Assim… não funciona.

Essa mão aí é minha. Ela não é como eu sempre sonhei, com unhas longas (não compridas) e dedos longos, mas é minha, sou eu que faço, eu que cuido. Esfolio, tiro pouca cutícula, passo várias cores diferentes. Mas, quando não quero errar, é vermelho. Esse bem tradicional, aquele vermelho que algumas avós ousadas usavam. Gosto dos vermelhos e laranjas (dessa família, outra hora venho falar dos pretos, azuis e roxos). Rosa já não é comigo! Importante para unha colorida é: ser curta, bem lixada, do contrário não fica elegante.

Inclusive uma amiga muito querida, que será citada muitas vezes aqui, pois é sinônimo de elegância e bom-gosto, colocou em nossa roda de amigas o projeto “Em Busca do Vermelho Perfeito”. É… quem passa um esmalte vermelho ou faz uma mistura bacana (amamos fazer e sempre dá uma cor linda) manda fotos para a outra e a gente vai guardando. Um dia, a gente vai escolher o Vermelho Perfeito.

Hoje unha vermelha não é sinônimo de nada ruim é, como uma roupa ou um sapato diferente, expressão da sua personalidade. É mais ousado e chama mais atenção que uma unha branquinha, claro, mas nem por isso deve ser evitada! Vermelho nas unhas é chi-que!

Quando eu conheço uma mulher, a primeira coisa que vejo são suas mãos. Tenho essa mania. E, se acho que a pessoa combinaria com esmalte vermelho, tem mãos e unhas liiiindas, não hesito em falar. Talvez, ela nunca tenha tido “coragem” de passar, mas precise de um incentivo.

E é por isso que eu to aqui!

(Quem quiser contribuir para o EBVP pode mandar sua foto para o email que tá lá embaixo da página! Vamos adorar!  Ah, o que estou usando na foto é Nariz de Palhaço, da Colorama. Apreciamos se disser a marca e a cor também).

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Uma mulher, sua bolsa e seu sapato

Quando eu era menor, adolescente eu acho, minha mãe falou assim: “uma mulher é definida pelo seu sapato e sua bolsa. Eles sempre devem ser bons”.

Hoje, que escolhi escrever sobre gente e como elas se vestem e, por isso, sou extremamente observadora, tenho certeza que o sapato e a bolsa traduzem muito da personalidade de uma pessoa. Saltos então, nem se fala. Idem para o tamanho da bolsa.

Não é comprovado nem nada, mas é interessante observar. E daí se a ‘moda’ é bolsa pequena mas não consigo carregar tudo o que quero em uma bolsa pequena? E daí se vou a um casamento de vestido longo e salto baixo? Acho bem chique, inclusive. E daí se vou trabalhar de tênis?

Há alguns anos a bolsa não precisa combinar com o sapato e vice-versa. Nem com o cinto. Eles precisam combinar com quem os está usando.

E é nisso que eu acredito - se você vai sair de All Star e Louis Vuitton, escarpin e bolsa de pano não interessa. Interessa que combinem com você e onde você está indo.

Ah, sim, a ocasião faz o ladrão quando a gente se veste também, né?

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O que é fútil para você?

Fútil para uma pessoa pode ser útil para outra. Pode ser um sonho, pode ser um símbolo, um amuleto, um bem, uma lembrança de alguém.

Pode ser um absurdo, algo que você talvez nunca possa ter. Pode ser algo sem valor monetário também.

Fútil pode ser um melhor amigo, um animal de estimação, um trabalho.

Aqui, a palavra fútil tem outros significados. Te convido a descobrir comigo novos algos que você não possa viver sem.